8º Objetivo do Milênio – Todo mundo trabalhando pelo Desenvolvimento

Dialogus Consultoria • 28 nov 2013

A ONU estabeleceu como o 8° Objetivo do Milênio à seguinte missão: “Todo Mundo Trabalhando Para o Desenvolvimento”.

Esse objetivo se dá em um momento de supra importância no contexto global, o qual nós estamos todos inseridos. O envolvimento necessário para uma sociedade desenvolvida nesse milênio, depende de novas formas de trabalho, relações sociais, direitos humanos, e práticas mais humanizadas. A qualidade de vida de uma população prevê muito mais que um crescimento econômico do sentido ganha-perde. Agora se tem a necessidade e urgência de dar mais importância a um novo contexto de ações e práticas, onde todos agem no sentido ganha-ganha.

A paz, a saúde pública, os direitos das crianças, adolescentes e idosos, proteção do meio ambiente, justiça social, e políticas de inclusão social estão em pauta quando se tem como objetivo um “desenvolvimento” adequado e suficiente para a proteção da vida das próximas gerações. O alcance desse objetivo requer a conjuntura de forças e poderes, como o engajamento do público e do privado, sociedade civil e de todos que desejam participar da formação de uma sociedade sustentável – socialmente responsável economicamente rentável e ambientalmente legal.

Segundo cita o site dos objetivos do milênio, o Brasil foi o principal articulador da criação do G-20 nas negociações de liberalização de comércio da Rodada de Doha da Organização Mundial de Comércio. Também se destaca no esforço para universalizar o acesso a medicamentos para a AIDS. A meta que é composta por: avançar no desenvolvimento de um sistema comercial e financeiro não discriminatório, tratar globalmente o problema da dívida dos países em desenvolvimento, formular e executar estratégias que ofereçam aos jovens um trabalho digno e produtivo e tornar acessíveis os benefícios das novas tecnologias, em especial de informação e de comunicações, ainda não foi alcançado pelo Brasil em todos os seus aspectos.

Contudo, se todos os setores da economia juntamente com a sociedade se unirem em prol desse objetivo, o mesmo terá sucesso. Algumas sugestões de ações são: Escolher temas de interesse comum e promover encontros entre escola e comunidade e organizações sociais, Não votar em candidatos que ofereçam, em troca de votos, favores como emprego, dinheiro, cestas básicas, consultas médicas etc, Fiscalizar a atuação dos políticos, exigindo que eles cumpram as promessas de campanha, Exercer o dever de cidadão, participando ativamente do planejamento da cidade – por meio do Orçamento Participativo, do Plano Diretor ou dos Conselhos Municipais, Participar de discussões e projetos em prol dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs), incentivando o engajamento de outras pessoas, organizações e empresas, dentre outros.

 Thays Garcia – Acadêmica de Secretariado e Secretária da Dialogus.

O Objetivo do Milênio número 7, visa promover o desenvolvimento sustentável, reduzir a perda de diversidade biológica e reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população sem acesso à água potável e esgotamento sanitário. De acordo com o site do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), em que cita este objetivo, o Brasil reduziu o índice de desmatamento, o consumo de gases que provocam o buraco na camada de ozônio e aumentou sua eficiência energética com o maior uso de fontes renováveis de energia. O acesso à água potável deve ser universalizado, mas a meta de melhorar condições de moradia e saneamento básico ainda depende dos investimentos a serem realizados e das prioridades adotadas pelo país, onde as empresas, instituições e demais organizações devem contribuir para o sucesso do objetivo. A estimativa é de que o Brasil cumpra, na média nacional, todos os 8 ODM, incluindo o ODM 7. Mas este é considerado por muitos especialistas como um dos mais complexos para o país, principalmente na questão de acesso aos serviços de saneamento básico em regiões remotas e nas zonas rurais.

Em âmbito mundial a proporção de áreas protegidas tem aumentado sistematicamente. A soma das áreas protegidas na terra e no mar já é de 20 milhões de km² (dados de 2006). A meta de reduzir em 50% o número de pessoas sem acesso à água potável deve ser cumprida, mas a melhoria das condições de vida em favelas e bairros pobres está progredindo lentamente. Entre 1990 e 2006, mais de 1,6 bilhão de pessoas ganharam acesso a água potável, aumentando de 76% para 86% a proporção da população com esse acesso. São 76 os países que estão no caminho para o cumprimento dessa meta, mas 23 estão estagnados e 5 apresentaram retrocesso de acordo com dados mais recentes do Banco Mundial.

Um bilhão de pessoas ainda não têm acesso a água potável. Ao longo dos anos 90, no entanto, quase o mesmo número de pessoas ganhou acesso à água bem como ao saneamento básico. A água e o saneamento são dois fatores ambientais chaves para a qualidade da vida humana. Ambos fazem parte de um amplo leque de recursos naturais que compõem o nosso meio ambiente — florestas, fontes energéticas, o ar e a biodiversidade — e de cuja proteção dependemos nós e muitas outras criaturas neste planeta. Os indicadores identificados para esta meta são justamente “indicativos” da adoção de atitudes sérias nas esferas de primeiro, segundo e terceiro setor.

Seguem alguns exemplos de possíveis ações empresariais e associativas com o poder público, ONGs, grupos representativos locais e fornecedores:

• Apoio a iniciativas na implementação de práticas ambientais sustentáveis e responsáveis, através da conscientização e disseminação das informações nas escolas, comunidades, empresas;

• Programas de mobilização coletiva para estímulo à reciclagem e reutilização de materiais;

• Ações de voluntariado na comunidade com vistas à educação e sensibilização da população, com interferência direta nas associações e órgão representativos, escolas, parques, reservas, etc.;

• Suporte a projetos de pesquisa e formação na área ambiental;

• Promoção de concursos internos ou locais que estimulem o debate e a conscientização individual sobre o meio ambiente e a importância da colaboração de cada um;

• Desenvolvimento de programas parceiros no tratamento de resíduos procurando reverter o resultado em benefício de comunidades carentes.

Dessa forma, ainda é necessária a união de todas as esferas sociais, para se conseguir atingir com sucesso o Objetivo do Milênio número 07 e melhorar a situação atual. A Dialogus Consultoria em Responsabilidade Social faz sua parte quando produz projetos que implantem uma Gestão Sustentável em escolas, universidades, empresas e instituições. Contudo, é fundamental que cada cidadão implante no seu cotidiano a gestão da responsabilidade socioambiental, afinal quando todos se unem em prol do mesmo objetivo, é mais fácil alcança-lo.

 Thays Garcia – Acadêmica de Secretariado pela UFC e Secretária da Dialogus


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