Planejamento Estratégico com foco em Sustentabilidade Rede SMIC

Dialogus Consultoria • 26 fev 2016

Na última quinta-feira, 25/02/16, a equipe esteve reunida com diretores e gestores do nosso cliente, Rede SMIC de Educação. Uma instituição que reúne 06 (seis) escolas confessionais no Ceará e no Pará. Somos muito gratos em conduzir todo o Planejamento Estratégico com foco em Sustentabilidade desta querida e respeitada instituição. AtVYL7uTcGTLb4ME7ZJw7aBnVamn5k2s1J5H6pcEbmdnAqeo5noz2x-0u_Ow9mVTzsEHlQuvqs3KibpoIHzIstXuAmMvVbvsf-O-GpIbaX0_RK19ZDkylQKbB9MFcm4NCPZ5AppDC9kXIMXk190Zt_RxWLLFSRtsxUpsGEvMD_hhpZQYvamosdialogar‬ ‪#‎fortaleza‬ ‪#‎belem‬ ‪#‎santarem‬

A Dialogus Consultoria em parceria com a ABRH-CE – Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Ceará, realizou nesta manhã de terça-feira uma palestra sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A palestrante, Eliene Brasileiro, Secretária Nacional de Mobilização dos ODS que ministrou a palestra sobre o tema que é uma iniciativa da ONU para o Desenvolvimento Sustentável. Solicite uma palestra gratuita conosco sobre os ODS para a sua empresa. ‪#‎vamosdialogar‬

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No campo das organizações do Terceiro Setor, a sustentabilidade constitui um fator muito forte para o desenvolvimento da nova ordem mundial, conforme realça Barbieri (1997), pois as Fasfil Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos no Brasil desempenham papel fundamental na construção social – seus interesses não se encontram comprometidos com questões de curto prazo, e sua atuação tem atraído muitos investimentos oriundos dos setores público e empresarial, ratificando-se, dessa forma, a importância de tais organizações para a economia.

O desafio da sustentabilidade emerge, então, como um dos principais alavancadores da necessidade de profissionalização da gestão em organizações sem fins lucrativos, considerando ainda as exigências do iminente Marco Regulatório do Terceiro Setor. “O conceito de sustentabilidade se refere a uma organização ser capaz ou não de manter suas operações sem depender totalmente da doação de recursos por parte de pessoas físicas ou jurídicas”, segundo McKinsey & Company (2001). Embora geralmente a sustentabilidade seja analisada pela ótica da diversificação de fontes de financiamento, a questão envolve também, um complexo conjunto de fatores que, por sua vez, reforçam a necessidade de profissionalização dessas organizações. A busca por sustentabilidade marca o fim desse processo de dependência do governo, implicando, assim a necessidade de:

(a) diversificar fontes de financiamento;

(b) desenvolver projetos de geração de receita;

(c) profissionalizar recursos humanos e voluntariado;

(d) atrair membros gestores das organizações;

(e) estabelecer estratégias de comunicação;

(f) avaliar resultados; e

(g) promover atividades para o meio ambiente;

(h) desenvolver uma estrutura gerencial altamente efetiva.

Considerando-se o fluxo das iniciativas na tentativa de construção de estratégias de sustentabilidade das organizações do Terceiro Setor, seja de quem financia e/ou apoia, seja das próprias organizações sem fins lucrativos, reconhecem-se alguns avanços conceituais fundamentais para que a questão da sustentabilidade seja mais bem compreendida.

Primeiro avanço – Diz respeito ao reconhecimento de que para as organizações sem fins lucrativos, a sustentabilidade dependerá da capacidade de obter receitas “próprias” de forma regular (contribuições diversas, prestação de serviços remunerados, venda de produtos, etc.), bem como da capacidade de acessar fontes de financiamento públicas, privadas e não governamentais nacionais e internacionais.

Segundo avanço – Destaca o fato de que a sustentabilidade não diz respeito apenas à dimensão da sustentação financeira, mas também a um conjunto de fatores de desenvolvimento institucional, cruciais para as chances de êxito duradouro de uma organização do terceiro setor.

Terceiro avanço – Decorre do segundo, na medida em que, para ser sustentável, uma organização precisa reinventar-se. Isto é, a sustentabilidade não se oferece facilmente; ela requer enorme esforço continuado, determinação política e disposição para mudança de cultura e do fazer institucional, seja pelo planejamento estratégico ou pelas estratégias de comunicação.

Diante do novo contexto desses avanços, rumo à sustentabilidade das Organizações do Terceiro Setor, passa a ser fundamental para a sua credibilidade e sustentabilidade, qualificar tecnicamente o trabalho; compartilhar o projeto político/missão; promover uma cultura e metodologia de planejamento estratégico e de monitoramento e avaliação; aperfeiçoar os mecanismos de gestão; e qualificar a participação interna e a democratização dos processos decisórios.

 

Autor: Maiso Dias – Diretor e Consultor da Dialogus Consultoria

As organizações estão constantemente buscando agregar valor junto ao cliente, processo que não ocorre apenas com a venda, mas que também envolve a pós-venda, ou seja, o contato futuro e constante com o cliente, buscando fidelizá-lo. Segundo Kotler e Armstrong (1998, p. 397) “as empresas de maior destaque fazem tudo para manter seus clientes. A competição é cada vez maior, e o custo para atrair novos clientes sobem cada vez mais. ”

A gestão do relacionamento com o cliente, também conhecida como CRM (Customer Relationship Management) é utilizada para melhorar e prolongar o relacionamento com o cliente. A prática de desenvolver ações para aumentar o conhecimento sobre os hábitos de consumo do cliente, entregar o produto ou serviço certo e, com isto reter os clientes não é necessariamente nova. (PRIETO; CARVALHO, 2005, p. 2).

CRM é uma estratégia de negócio voltada ao entendimento e à antecipação das necessidades dos clientes atuais e potenciais de uma empresa. Do ponto de vista tecnológico, CRM envolve capturar os dados do cliente ao longo de toda a empresa, consolidar todos os dados capturados interna e externamente em um banco de dados central, analisar os dados consolidados, distribuir os resultados dessa análise aos vários pontos de contato com o cliente e usar essa informação ao interagir com o cliente através de qualquer ponto de contato com a empresa. (PEPPERS;ROGERS GROUP, 2004, p.59).

De acordo com Rocha e Goldschimidt (2010, p. 112), existem quatro fatores impulsionadores do uso de estratégias de gestão do relacionamento com o cliente: competitividade, concorrência, maturidade dos produtos e base de clientes e nesse sentido o foco está na construção de relações e laços entre a empresa e seus clientes, com objetivos ligados ao aumento da satisfação, do prazer e do volume de compras dos clientes, ligados também à contribuição na retenção e na lealdade destes, como mostra a figura:

Figura 1 – Objetivos, bases e funções do relacionamento com os clientes

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Fonte: (ROCHA e GOLDSCHIMIDT, 2010, p. 114)

Dessa forma, segundo Kotler (2000, p. 182), em qualquer circunstância o sucesso do bom atendimento reside na satisfação de alguma necessidade e (ou) desejo do cliente, apesar de nem sempre ser fácil compreendê-los. Eventualmente, o próprio cliente pode ter dificuldade em exprimir sua necessidade ou dela nem mesmo ter consciência.

Autora: Thays Lyanny Garcia – Secretária Executiva da Dialogus Consultoria


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