Posse da nova gestão da ABRH – CE (Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Ceará)

Dialogus Consultoria • 31 mar 2016

Design Think (1)A palavra inovação vem do latim, innovatio, e quer dizer renovação, novidade, transformação. Transmite a ideia de se fazer algo diferente do que já foi feito, para isso é necessário usar a criatividade, a vontade de ver e fazer para além do padrão.

A inovação deve ser a palavra de ordem de toda e qualquer organização, não pensando a inovação somente para as áreas técnicas e de produção, mas para a gestão como um todo, de forma a questionar o modelo de negócio em relação às transformações e necessidades do mercado.

Hoje, para facilitar o processo criativo existem diversas metodologias, uma delas o Design Thinking, desenvolvida nos anos 90, no Vale do Silício, por David Kelley, da consultoria de inovação IDEO, e seu colega Tim Brown, atualmente CEO desta mesma consultoria. O método vem sendo popularizado e se revela com uma interessante forma para facilitar a criação de novos produtos e serviços.

A ferramenta ajuda-nos a avaliar o complexo cenário do mercado para ter maior clareza da ambiência do negócio, de forma a encontrar ideias inovadoras. A partir da escuta da equipe de trabalho, através de brainstorm, se constrói o desenho, um mapa visual, que ajudará na criação do suposto produto ou serviço. O método colaborativo, ajuda na busca de soluções criativas com foco no interesse do cliente. É imprescindível a realização de pesquisas de mercado para se munir de informações sobre as reais necessidades e interesses dos clientes, a fim de buscar oportunidades de inovação. Além disso, é importante criar o protótipo e testar.

No entanto, não é com a aplicação do Design Thinking que a empresa irá dar o salto almejado no mercado. É importante que ela tenha uma cultura voltada à inovação, que valorize a liberdade criativa dos seus colaboradores e a escuta dos seus clientes.

Luis Alt, um dos autores do livro Design Thinking Brasil afirma que empatia, colaboração, experimentação são os valores necessários para o processo de incorporação da inovação, ele nos recomenda que estes sejam integrados e trabalhados no dia a dia das organizações.

Manoela Silva – Consultora em Responsabilidade Social da Dialogus

Hoje, ocorreu uma reunião com Jidlafe Rosa, Janice Lemos e Carliane Santos, do Sine – IDT, para firmar uma parceria com a Dialogus Consultoria, através do desenvolvimento do projeto de inserção dos jovens no mercado de trabalho, que é uma das causas sociais da Dialogus.

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A equipe da Dialogus Consultoria esteve reunida, na última segunda, 14 de março, com Linda Petering, oficial de co-financiamento do Projeto Sim a Vida do nosso cliente Movimento pela Saúde Mental e Comunitária.

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Desenvolvimento-sustentável-–-A-bola-da-vez

O desenvolvimento global vem crescendo de maneira rápida e conflituosa com a sociedade e meio ambiente. Os mercados em ascensão parecem seguir políticas próprias com relação a sustentabilidade de toda cadeia de recursos envolvida em seus processos, fazendo com que o desenvolvimento sustentável entre em pauta no que tange a preservação dos recursos naturais e o desenvolvimento da sociedade.

Na prática, o desenvolvimento sustentável conceitua-se em assegurar que as gerações futura e presente, possam ter condições de existência com base na preservação dos recursos ambientais, econômicos e sociais. Em uma Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas, surgiu uma definição de desenvolvimento sustentável como sendo o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. Ou seja, é o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.

Diante disso, o que poderia colocar em risco os recursos para as gerações futuras? Em uma ótica diferente, o desenvolvimento global pode estar impactando diretamente o desenvolvimento das gerações futuras. A ideia de crescimento ligada a relação de produção e consumo, é uma das disparidades que estão ultimamente afetando o mundo. No Brasil, essa disparidade entrou em pauta durante a Rio92, cujo tema acerca impacto ambiental do consumo surgiu e foi utilizado para questionar a política ambiental relacionada às propostas de sustentabilidade.

Atualmente o consumo de recursos naturais já supera em 20% ao ano a capacidade de regenerá-los e apenas 1,7 bilhões dos atuais 6,3 bilhões de habitantes têm hoje condições de consumir além das necessidades básicas. Estimativas da FAO (Food and Agriculture Organization), que é a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, mostram que para alimentar a população humana em 2050 – até lá estima-se aproximadamente 9,1 bilhões – a quantidade de alimentos produzidos no planeta deve aumentar em 70%, tal pesquisa mostra também que atualmente um em cada seis habitantes do planeta passa fome, quase 1 bilhão de pessoas.

Além da relação de produção e consumo, existem recursos como a água potável que estão em falta para um percentual relevante da população mundial. Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), mais de 1 bilhão de pessoas (18% da população mundial) não têm acesso a uma quantidade mínima de água para consumo. Estima-se que em 2025, dois terços da população do planeta (5,5 bilhões de pessoas) poderão ter dificuldades de acesso à água potável e em 2050, o número pode chegar a 75% da humanidade.

A relação de produção/consumo e a manutenção de água potável são algumas variáveis que preocupam a garantia do desenvolvimento sustentável do planeta. É preciso que empresas, governo e sociedade como um todo, tenham consciência dos impactos de suas ações frente ao desenvolvimento sustentável. É possível contribui com esse desenvolvimento a partir da mudança de ações e um maior comprometimento com as causas sociais e ambientais.

 

Thays Garcia, Secretária da Dialogus

POST 2015-01

Estivemos hoje reunidos com o Instituto de Educação Portal – IEP, representado pela sua Diretora Executiva, Mônica Rabelo e a Coordenadora, Flávia Soares. A conversa foi muito boa e teve o objetivo de potencializar a parceria com a Dialogus Consultoria. O IEP é uma OSCIP que tem como missão “Formar líderes para atuarem como profissionais da região, sendo multiplicadores de transformações no âmbito social, educacional, ambiental, artístico e cultural.”  Em breve teremos novidades, aguardem!!

 


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