Como gerenciar o ambiente da sua empresa através do marketing

Dialogus Consultoria • 29 abr 2016

 

O marketing teve início com o processo de troca, que é o processo para comercialização de bens e serviços. Esse processo de troca passou por diversas modificações ao longo do tempo, para conceituar o marketing como “ação no mercado”.

Nesse contexto, o marketing é utilizado para garantir uma maior vantagem competitiva da empresa no mercado e envolve produto ou serviço, preço, praça e promoção. Tais aspectos são caracterizados como os 4 P’s ou composto de Marketing, que influenciam diretamente no sucesso no ambiente da empresa e consequentemente no negócio.

O ambiente empresarial é cercado por mudanças que muitas vezes não são previsíveis. Nesse sentido, existem variáveis que controlam e influenciam o ambiente em que a empresa está inserida e através da análise do ambiente realizada pela visão do marketing é possível identificar quais são essas variáveis. Abaixo temos a exemplificação de algumas variáveis e como elas afetam as empresas:

  • As variáveis econômicas têm forte impacto sobre o ambiente das organizações, pois afetam tanto os hábitos de consumo, como o rendimento dos possíveis clientes. O mercado de investimentos, por exemplo, se retrai quando a economia nacional não está bem.
  • As variáveis político-legais estão constantemente interferindo no ambiente, tendo em vista que a sociedade é formada por leis e grupos que exercem pressão no governo e em diversas agências que formam o ambiente político e legal. Para exemplificar, quando as leis mudam, ou mudam por partidos políticas, mudam os administradores públicos e de certa forma, há uma mudança na orientação dos negócios.
  • As variáveis socioculturais são fruto de mudanças que ocorrem nas crenças e valores culturais. À medida em que certos tipos de produtos são consumidos em um determinado período, deixam de ser em outros devido a mudança nos valores. Além disso, hábitos de consumo são fortemente influência por crenças e valores, por exemplo, no período natalino existe um maior consumo de alimentos específicos aquela cultura/crença.
  • As variáveis tecnológicas, não só afetam as empresas como se fazem necessárias para sua existência. A tecnologia refere-se além da criação de novos produtos, pois está ligada ao conhecimento existente em determinado período e local. Atualmente o ciclo de vida dos produtos tornou-se mais curto e existe necessidade de inovar constantemente, a fim de satisfazer os consumidores.
  • As variáveis demográficas estão relacionadas a atingir diversos tipos de consumidores que surgem com hábitos de consumo diferenciados. O que pode ser ocasionado a partir de grupos que ganharam força e poder de consumo com o passar do tempo.
  • As variáveis concorrenciais, têm grande influência sobre o cenário mercadológico das empresas, pois no momento em que entra ou sai um concorrente, as empresas veem-se obrigadas a ajustar seu composto de marketing para se adaptarem.

As empresas necessitam analisar e identificar as variáveis citadas acima, destacando em quais vertentes estão atuando e quais ainda não conseguem atuar. Os administradores devem estar ligados ao ambiente, a fim, de observar as mudanças e adaptar seu plano de marketing. É necessário pensar na estratégia de marketing baseada nessas variáveis para que a empresa tenha maior sucesso em seu mercado. Conhecer as variáveis e implantar mudanças na estratégia e comercialização dos produtos e serviços pode não ser uma receita pronta, devido à complexidade e subjetividade que envolve cada variável e que é moldada pelo segmento de atuação de cada empresa, mas torna-se imprescindível para atingir bons resultados.

 

Autora: Thays Garcia – Secretária da Dialogus

A Dialogus fechou uma parceria com o Tribunal de Justiça de Pernambuco e participará do  6º Seminário ECOS de Pernambuco – Ecocidadania, que foi criado para estimular e desenvolver ações compartilhadas na área de responsabilidade socioambiental nos tribunais do estado. O evento também busca refletir sobre o tema ecocidadania e estruturar, de forma preliminar, recomendações operacionais que sejam de fácil implementação pelos parceiros Ecos.

ANIVERSARIO BELEM DO PARA 2016

Muitos me perguntam como enfrentar a crise com a Responsabilidade Social (RS) e eu sempre respondo de imediato e bem direto: relacionando-se com ética e transparência com seu público de interesse de forma estratégica! Para dar início à esta abordagem é necessário que a Alta Administração da organização se envolva com a causa e queira traçar seus objetivos empresariais a longo prazo. Em momento de recessão e crise recomendo sempre que os processos de negócio estejam em conformidade com a estratégia da empresa e alinhados às necessidades dos clientes. E como estão os processos da sua empresa?

Uma empresa socialmente responsável é aquela que se relaciona de forma ética e transparente com seus públicos de interesse (stakeholder) na busca da preservação dos recursos naturais, contribuindo com a diversidade e a redução da desigualdade social. Diante desta abordagem conceitual destaco 05 ações estratégicas essenciais para superar a crise através da Responsabilidade Social:

1 Realizar um Diagnóstico de RS na sua empresa: é a primeira etapa para identificar os principais GAPs e pontos de melhoria na organização com relação aos impactos dela com os stakeholders. Com este mapeamento das práticas de responsabilidade social a organização cria oportunidades de negócio, como também, reduz os riscos iminentes;

2 Elaborar o Planejamento Estratégico Sustentável: neste momento toda a empresa é engajada em prol de um objetivo em comum, sistematizar ações essenciais para a organização moldar o futuro;

3 Criar um Código de Ética como estratégia de governança e relacionamento com seus públicos interessados, visando uma relação comercial mais transparente e justa;

4 Fortalecer a cultura organizacional: através da implantação de uma educação corporativa firme e capaz de atender às expectativas de colaboradores e clientes, promovendo uma melhoria do ambiente;

5 Implantar o voluntariado corporativo: dando foco na retenção de talentos e na redução de custos, além de trabalhar uma causa e promover a diversidade como forma de interagir e motivar os colaboradores estimulando a produtividade.

Seguindo essas diretrizes, considero imprescindível a implantação de uma política estruturada de RS na empresa, visando uma diferenciação no mercado e uma estabilidade frente às incertezas da conjuntura político-econômica.

Autor: Maiso Dias, Sócio-diretor da Dialogus Consultoria

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A Gestão por Processos pode ser definida como um grupo de atividades realizadas numa sequência lógica com o objetivo de produzir um bem ou serviço que tem valor para um grupo específico de clientes (Hammer).

A cultura da empresa que utiliza a gestão por processos é focada no cliente, através de prática padronizadas e articuladas com todos setores da organização, com indicadores claros de produtividade e um olhar mais atento à gestão de pessoas. Para entedermos a metodologia dos processos de negócio, é necessário fazer uma linha de evolução do tema, abaixo sugerida:

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Inicialmente, Frederick Taylor, considerado o “pai da Administração Científica” estabeleceu uma série de ferramentas para aumentar a produtividade empresarial, como o estudo dos tempos e movimentos das atividades e a Organização Racional do Trabalho (ORT).

Na década de 50, após a segunda guerra mundial, os japoneses precisavam reerguer o país destruído. O foco então era a qualidade total dos produtos, isto é, fazer o certo e da melhor maneira possível, evitando prejuízos e estabelecendo uma cultura de atenção especial ao cliente.

Posteriormente, o biólogo Ludwig von Bertalanffy fundamenta sua tese da Teoria dos Sistemas, onde tudo está interligado. O exemplo clássico desta teoria é o corpo humano que possui várias ligações internas. No mundo empresarial, este pensamento trouxe a reflexão de que os departamentos/setores são intrínsecos e que necessitam do gerenciamento contínuo e interdependência departamental.

Por último, com os país e pessoas mais interligados com a globalização, surgiu a necessidade de softwares capazes de controlar as informações de uma organização, como o ERP e a importância do domínio tecnológico de programas editores de texto, planilhas eletrônicas e apresentações institucionais.

Para compreender a implantação da gestão por processos em uma organização, é necessário conhecer as seguintes etapas:

  1. Crie uma cultura de mudança na empresa;
  2. Forme uma equipe responsável pela implantação da gestão por processos;
  3. Identifique os principais gargalos e/ou problemas organizacionais;
  4. Faça um mapeamento dos processos de negócio críticos;
  5. Modele os processos de negócio;
  6. Comunique aos funcionários os novos processos;
  7. Treine toda a empresa na nova metodologia;
  8. Acompanhe a execução dos novos processos;
  9. Realize auditoria individual e
  10. Faça uma avaliação da execução dos processos de negócio da empresa.

A gestão por processos é uma cultura organizacional. Por tanto, líderes, diretores, gerentes e funcionários devem estar completamente envolvidos na execução dos novos processos. Cada vez mais as empresas necessitam do foco no cliente e na produtividade e o alinhamento organizacional torna-se, portanto, uma condição sine qua non para a vantagem competitiva da empresa.

A Gestão por Processos pode ser definida como um grupo de atividades realizadas numa sequência lógica com o objetivo de produzir um bem ou serviço que tem valor para um grupo específico de clientes (Hammer).

A cultura da empresa que utiliza a gestão por processos é focada no cliente, através de prática padronizadas e articuladas com todos setores da organização, com indicadores claros de produtividade e um olhar mais atento à gestão de pessoas. Para entedermos a metodologia dos processos de negócio, é necessário fazer uma linha de evolução do tema, abaixo sugerida:

Inicialmente, Frederick Taylor, considerado o “pai da Administração Científica” estabeleceu uma série de ferramentas para aumentar a produtividade empresarial, como o estudo dos tempos e movimentos das atividades e a Organização Racional do Trabalho (ORT).

Na década de 50, após a segunda guerra mundial, os japoneses precisavam reerguer o país destruído. O foco então era a qualidade total dos produtos, isto é, fazer o certo e da melhor maneira possível, evitando prejuízos e estabelecendo uma cultura de atenção especial ao cliente.

Posteriormente, o biólogo Ludwig von Bertalanffy fundamenta sua tese da Teoria dos Sistemas, onde tudo está interligado. O exemplo clássico desta teoria é o corpo humano que possui várias ligações internas. No mundo empresarial, este pensamento trouxe a reflexão de que os departamentos/setores são intrínsecos e que necessitam do gerenciamento contínuo e interdependência departamental.

Por último, com os país e pessoas mais interligados com a globalização, surgiu a necessidade de softwares capazes de controlar as informações de uma organização, como o ERP e a importância do domínio tecnológico de programas editores de texto, planilhas eletrônicas e apresentações institucionais.

Para compreender a implantação da gestão por processos em uma organização, é necessário conhecer as seguintes etapas:

  1. Crie uma cultura de mudança na empresa;
  2. Forme uma equipe responsável pela implantação da gestão por processos;
  3. Identifique os principais gargalos e/ou problemas organizacionais;
  4. Faça um mapeamento dos processos de negócio críticos;
  5. Modele os processos de negócio;
  6. Comunique aos funcionários os novos processos;
  7. Treine toda a empresa na nova metodologia;
  8. Acompanhe a execução dos novos processos;
  9. Realize auditoria individual e
  10. Faça uma avaliação da execução dos processos de negócio da empresa.

A gestão por processos é uma cultura organizacional. Por tanto, líderes, diretores, gerentes e funcionários devem estar completamente envolvidos na execução dos novos processos. Cada vez mais as empresas necessitam do foco no cliente e na produtividade e o alinhamento organizacional torna-se, portanto, uma condição sine qua non para a vantagem competitiva da empresa.

Autor: Artur Freitas – Consultor em Responsabilidade Social

No dia 10 de abril nosso diretor esteve ministrando a palestra “Planejamento com Direcionamento Estratégico e Execução: Impulsionando o Desenvolvimento e Crescimento do Escotismo Cearense com Sustentabilidade”. A palestra fez parte do Inaba Regional Escoteiros: Traçando metas e novos rumos para o escotismo cearense.

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Foi muito importante e emocionante ontem, 07 de abril,  a nossa participação no RioMar Fortaleza do Grupo João Carlos Paes Mendonça (GJCPM). Dialogar a Responsabilidade Social com esta conceituada instituição é vivenciar o nosso negócio e muito nos orgulha. ‪#‎vamosdialogar‬

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Já estamos no FIFE 2016 – Fórum Interamericano de Filantropia Estratégica. Ontem, dia 06 de abril,  ocorreu a palestra do nosso diretor, Maiso Dias, que abordou o tema da gestão de pessoas e sustentabilidade no Terceiro Setor. Confira mais fotos do evento na nossa fan page: https://www.facebook.com/dialogusrse.

Palestra:

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Estande do nosso cliente Audisa:

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Abertura do evento:

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No dia 31 de Março, a Dialogus esteve reunida com gestores do SENAC que estão buscando ampliar cada vez mais a rede de parceiros que divulgam e compartilham os serviços do Banco de Oportunidades (BO) do Senac Ceará, a coordenadora estadual do setor, Alcilane Mota se reuniu com o Sr. Maiso Dias, sócio-diretor da empresa Dialogus Consultoria em Responsabilidade Social para tratar do assunto.

Na ocasião, Alcilane Mota apresentou o setor como uma ótima oportunidade para demandar contratação de mão de obra, visto que o BO possui talentos com qualificação no segmento do comércio de bens, serviços e turismo.

Nosso diretor, Maiso Dias, acolheu a proposta de ser parceiro do setor e se mostrou receptivo ao trabalho da instituição. De acordo com Alcilane Mota, “entendo que a Dialogus tem em seu espoco de clientes uma rede de relacionamento que pode vir a contratar mão de obra qualificada, então firmar essa parceria é para nós mais uma conquista, onde poderemos encaminhar nossos egressos para novas frentes de trabalho”, pontuou.

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