I Jornada de Sustentabilidade Organizacional no Terceiro Setor

Dialogus Consultoria • 29 ago 2016

A I Jornada de Sustentabilidade Organizacional no Terceiro Setor é parte integrante do programa de gestão que tem como objetivo compartilhar conhecimentos e experiências – disseminando novas perspectivas e estratégias na área de captação de recursos – assim como promover encontros dos poderes (público e privado) para discussão sobre incentivo fiscal, contábil e de gestão de pessoas no setor.

Direcionada para metodologias diversificadas e com intuito de preparar ambientes organizacionais, propomos aos profissionais oportunidades diante das peculiaridades existenciais da cultura organizacional encontradas no terceiro setor.

Local: Hotel Marina Park – Av. Presidente Castelo Branco, 400. Fortaleza – CE – Ver mapa

Data: 08 e 09 de Setembro de 2016

Público Alvo: O público alvo da I Jornada inclui profissionais e estudantes atuantes no Terceiro Setor, nas áreas de Administração, Contabilidade, Direito, Gestão de Pessoas, Projetos e Captação de Recursos.

Mais informações: cursos@sameac.org.br / (85) 99615.0404 (whatsapp)

????   Inscreva-se agora mesmo: www.goo.gl/Fw06g7

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A aprendizagem é um processo não isolado e que se torna diferente para cada individuo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Coach, a Aprendizagem organizacional pode ser entendida como o alcance de novos, múltiplos e contínuos conhecimentos sobre as dinâmicas e demandas corporativas, é uma junção de conhecimentos formais e informais, que permite à organização criar seus próprios modelos de gestão, coerentes com as suas necessidades e pautados no que ela precisa para alcançar os resultados.

As organizações que aprendem, conforme visão de Peter Senge, um renomado autor da área, são aquelas nas quais as pessoas expandem continuamente sua capacidade de criar os resultados desejados. São aquelas organizações que estimulam padrões de pensamento novos e abrangentes, a aspiração coletiva ganha liberdade e as pessoas aprendem continuamente a aprender juntas.

Esse processo de aprendizagem vem tornando-se mais fácil, na medida em que o mundo transforma-se em interconectado e os negócios mais dinâmicos e complexos. As organizações que terão sucesso no futuro serão aquelas em não é somente uma pessoa central que aprende, mas aquelas que cultivarem em seus colaboradores o comprometimento e a capacidade de aprender em todos os níveis da pirâmide organizacional.

Nesse contexto, para Peter Senge, existem cinco novas tecnologias componentes que estão gradualmente convergindo para inovar as organizações que aprendem, são elas: Pensamento sistêmico, Domínio pessoal, modelos mentais, a construção de uma visão compartilhada e aprendizagem em equipe.

O pensamento sistêmico é um quadro de referência conceitual, um conjunto de ferramentas desenvolvidas para esclarecer padrões como um todo e ajudar a entender como modifica-los efetivamente. O domínio pessoal significa continuamente esclarecer e aprofundar a visão pessoal em ver a realidade objetivamente. Os modelos mentais são pressupostos profundamente arraigados, generalizações ou imagens que influenciam a forma de ver o mundo e de agir.

A construção de uma visão compartilhada diz respeito a imagem que se quer criar no futuro, ou seja, envolve habilidades de descobrir “imagens de futuro” compartilhadas que estimulem o compromisso genuíno e o envolvimento, em lugar da mera aceitação. Por fim, a aprendizagem em equipe, é o diálogo que deve existir, possibilitando e estimulando a capacidade dos membros em deixarem ideias preconcebidas e participarem de um pensamento conjunto. Esse diálogo envolve ainda, reconhecimento dos padrões de interação que dificultam a aprendizagem nas equipes.

De maneira geral, para iniciar a construir uma organização que aprende, é necessário estimular a colaboração geral entre todos, através de uma valorização profissional e um bom ambiente de trabalho, com uma cultura organizacional saudável e solidificada.

Autora: Thays Garcia – Secretária Excutiva da Dialogus Consultoria

Participamos na última terça-feira, 24/08, no DNOCS do seminário de reorientação para a vida e ministramos a palestra “Voluntariado e empreendedorismo como propostas para a aposentadoria”. Ficamos muito felizes pela recepção e interação dos participantes com a nossa palestra. Por uma sociedade mais justa e inclusiva. #vamosdialogar #diversidade #rse #voluntariedade#empreendedorismo

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Os projetos sociais são uma forma de organizar e de estruturar estrategicamente as ações sociais. Conforme a ONU, projetos sociais são “um empreendimento planejado, o qual consiste de um conjunto de atividades interrelacionadas e coordenadas para alcançar objetivos específicos dentro dos limites de um orçamento e de um período de tempo”. Portanto, projeto social é uma proposta concreta de ação social. Entende-se que o maior desafio do gestor de projetos é executar as atividades equilibrando-as com o uso dos recursos disponíveis e do tempo limitado. Por isso, é imprescindível um bom planejamento antes de escrevê-lo.

Escrever projeto sociais é a última etapa do processo de elaboração. Escrever um projeto social, significa “projetar” no papel aquilo que se pretende fazer para o desenvolvimento de uma ação social. Antes de escrevê-lo deve-se planejar: coletar dados, que podem ser primários e/ou secundários e analisar informações para conhecer a realidade social que se quer transformar. É importante também conhecer a fundo sobre o problema que se quer enfrentar, e ainda sobre os atores sociais envolvidos, principalmente sobre os potenciais beneficiários do projeto, quais as suas principais características socioeconômicas, politicas, ambientais, culturais e comportamentais.

É essencial que a proposta do projeto tenha clareza na formulação do problema que se quer enfrentar e como irá fazer para minimizá-lo, este problema precisa ser concreto, precisa estar claro. Uma ferramenta interessante para entender o problema é a Árvore de Problemas. Ela nos permite compreender as causas e consequências de um problema. Após a definição do problema, é importante apresentar quais as alternativas que serão escolhidas para enfrentá-lo, definir os objetivos, as atividades que serão realizadas, os resultados que se pretende alcançar. O projeto deve apresentar a sequência lógica da ação, pela qual se permita entender como o projeto irá intervir. A lógica é a seguinte: realizando as atividades, provavelmente atingiremos os resultados, atingindo os resultados provavelmente estaremos atingindo os objetivos. Falo provavelmente pois, ter um projeto não é a certeza de que de fato estaremos atingindo os objetivos e aquilo que planejamos, dado que a dinâmica social é complexa, mas um bom planejamento é um fator importante para conseguir sucesso na empreitada de intervir sobre um desafio social.

Gosto da frase de (Kisil R., 2001) que diz que “Elaborar projetos é uma forma de independência. É uma abordagem para explorar a criatividade humana, a mágica das ideias e o potencial das organizações. É dar vazão para a energia de um grupo, compartilhar a busca da evolução”. Acrescento que a vontade de elaborar um projeto social surge de um incomodo com uma realidade que não se quer aceitar. Surge do sentir-se responsável e capaz de promover transformação social.

Manoela Silva – Consultora em Responsabilidade Social da Dialogus

Estivemos nos dias 09 e 10 de agosto, ministrando uma Oficina de Elaboração de Projetos Sociais, promovida pelo Gacc e facilitada pela nossa consultora Manoela Silva. O evento teve o objetivo de oferecer capacitação para as associações parceiras do Gacc, são elas: Associação de Apoio Comunitário de Granja (AACG); Associação Comunitária de Várzea Alegre (ACOMVA); Associação de Desenvolvimento Comunitário do Município de Parambú (ADECOMP); Associação Comunitária do Antônio Bezerra (ACECAB) e Associação de Apoio Comunitário de Ação e Cidadania – Jardim União (ACAC).

 

Para alguns estudiosos a Responsabilidade Social (RS), pode se dar de forma coercitiva, altruísta e estratégica. Estas não são abordagens conceituais, mas realidades que foram percebidas em um contexto maior. Um contexto de observação sobre formas de aplicação e desenvolvimento da RS por empresas e organizações.

Na abordagem coercitiva, versão mais simplificada, pode significar o cumprimento das ações legais e o compromisso com o desenvolvimento econômico. Nesta abordagem, infere-se que a empresa ou a organização pratica a RS com base nas normativas legais que regulam as ações do estados, empresas e demais órgãos da sociedade.  Na abordagem altruísta, têm-se um envolvimento da empresa em atividades comunitárias, por exemplo. É o compromisso da empresa com a sociedade na busca de melhorias sociais. Nesse contexto a preocupação principal não é ter lucro imediato, mas uma vontade do empresário em agir com caridade.

Na abordagem estrategista, têm se a RS, como uma relação ética e transparente da empresa com todos os seus públicos de interesse, e que por isso, torna-se uma estratégia que pode alavancar os resultados da empresa, a partir de seu compromisso com a sociedade. A responsabilidade social estrategista envolve indicadores e métodos de gestão que proporcionam benefícios tanto para a sociedade, como para a empresa. A sustentabilidade dos projetos desenvolvidos é um dos principais pilares dessa abordagem que também visa um retorno financeiro e social.

As abordagens transferem-se para o contexto prático refletindo também como cada empresa, em sua cultura, compreende a responsabilidade social. A cultura organizacional da empresa reflete como ela percebe e recebe as influências do ambiente. Nesse contexto, diversas empresas nacionais e multinacionais que são case em RS, crescem e se desenvolvem aprimorando seus sistemas de gestão de práticas.

De maneira geral, afirmar que existe uma abordagem correta seria insensato, tendo em vista que nem todas as empresas têm uma cultura aberta para receber o conceito e a essência da RS. Com uma gestão eficiente e visando a responsabilidade social estratégica, é possível agregar valor e agir corretamente obtendo ganhos que vão além dos lucros, com uma boa imagem na sociedade e um maior impulso na transformação de comunidades e da melhoria dos relacionamentos com os demais públicos de interesse.

 

Autora: Thays Garcia – Secretária Executiva da Dialogus Consultoria


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