Palestra ABRH-PE

Dialogus Consultoria • 30 mar 2017

Nosso diretor, Maiso Dias, está em Recife-PE Dialogando com o mercado local e nesta noite foi um momento muito especial com Associação Brasileira de Recursos Humanos de Pernambuco (ABRH-PE). Ficamos encantados com a recepção e interesse de todos pelo tema e da causa da sustentabilidade. Bom mesmo foram as articulações para a nossa Filial – Recife. #vamosdialogar #sustentabilidade

Em parceria com a ABRH-PE (Associação Brasileira de Recursos Humanos – Pernambuco) e Maiso Dias, nosso consultor que é Diretor de Sustentabilidade da ABRH-CE irá ministrar uma palestra que empodera o RH como protagonista da sustentabilidade na sua aplicabilidade. A palestra será realizada em Recife-PE e será gratuita para todos que se inscreverem. Oportunamente o nosso diretor, lançará o curso de Gestão da Responsabilidade Social para o público de Recursos Humanos na capital pernambucana.

ABRH PE

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Estivemos esta semana no Colégio Santa Clara (Santarém-PA) para darmos continuidade ao Planejamento Estratégico desta querida e centenária instituição e com muita certeza que a atividade filantrópica desta organização já é um benchmarking de gestão para muitas outras empresas. Somos gratos pela confiança do nosso trabalho e pela aceitação do tema da Responsabilidade Social como norteador para a excelência em sua gestão. Nosso diretor, Maiso Dias, ainda permanece em Santarém-PA para participar de uma outra importante e estratégica atividade que é a reunião da Rede de Educação SMIC a qual acontece amanhã e que já estão presentes na cidade vários outros gestores do Ceará e também de Belém-PA.

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O VOLUNTARIADO COMO INSTRUMENTO DE DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS.

Programas de Voluntariado empresarial não são práticas somente para “sentir-se bem”, não são atividades sem um propósito real. O voluntariado tem ganhado espaço no meio empresarial pelos benefícios, já comprovados, aos funcionários, a comunidade e a própria empresa.

Para os empregados são vários os benefícios. A Comunitas* realizou a pesquisa Benchmarking do Investimento Social Corporativo (BISC) em 2015, da qual participaram 312 empresas e 24 fundações empresariais, que demonstrou os principais benefícios gerados para os funcionários, são eles:

  • Aquisição de uma consciência social;
  • Maior satisfação com a empresa;
  • Desenvolvimento de competências úteis para a carreira profissional;
  • Desenvolvimento de sua criatividade;
  • Aquisição de experiência no trato com situações adversas.

A prática da ação social promove maior participação social, colabora com o fortalecimento de valores cidadãos, além de ampliar o olhar do voluntário para os problemas sociais. A oportunidade da atuação voluntaria criada pela empresa desenvolve no empregado um sentimento positivo em relação ao empregador, favorecendo a admiração pela empresa. Programas de voluntariado empresarial criam uma maior integração, favorecendo a cooperação entre os colaboradores. Ou seja, o voluntariado impacta diretamente no clima organizacional.

Desde que seja planejado de forma estratégica, os programas de voluntariado são um excelente instrumento para as empresas trabalharem o desenvolvimento de competências profissionais. O estudo feito por SANTAMARIA (2015) contatou que o voluntariado empresarial tem capacidade de desenvolver competências especificas como melhoria da comunicação, liderança, trabalho em equipe, habilidade de negociação, e maior facilidade em lidar com situações de mudança.

Empresas gastam muito investindo em capacitações para o desenvolvimento de competências dos seus empregados, muitas vezes, de forma pouco criativa, com treinamentos tradicionais. A participação em ações voluntárias desenvolve as habilidades acima elencadas, de forma única, pois os funcionários são colocados em situações reais, muitas vezes não vivenciadas em seu cotidiano ou no ambiente de trabalho. São estimulados a saírem da zona de conforto, onde terão que lidar com pessoas diversas e situações novas. Os voluntários passam a se envolverem com os desafios dos grupos que auxiliam, tendo que lidar com recursos insuficientes, sendo assim desafiados a usar a criatividade, comunicação e suas capacidades empreendedoras.

A empresa ao desenvolver um Programa de voluntariado acaba contribuindo para vivência de novas experiências, o que contribui para aquisição de novos aprendizados e toda essa bagagem de experiências e aprendizados é levada para o ambiente de trabalho. O voluntariado empresarial pode apresentar alternativas muito interessantes para o desenvolvimento profissional dos funcionários. Além disso, os voluntários passam ser porta vozes da empresa, divulgando suas ações sociais e o seu compromisso social, o que fortalece a imagem da empresa e sua reputação. Não há dúvidas, que uma imagem pública positiva atrai candidatos qualificados e ainda contribui com a retenção de talentos na empresa.

(*)- A Comunitas é uma organização da sociedade civil brasileira que tem como objetivo contribuir para o aprimoramento dos investimentos sociais corporativos e estimular a participação da iniciativa privada no desenvolvimento social e econômico do país.

Manoela  Silva – Consultora da Dialogus Consultoria.

RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE E SEU IMPACTO NOS NEGÓCIOS

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A sustentabilidade vem se tornando tema de constantes discussões e nesse contexto, um conceito bastante conhecido é o que foi apresentado na primeira Cúpula da Terra do Mundo em 1992, que denota: “o desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem as suas próprias necessidades”.[1]

As discussões acerca do tema se perpetuam além do espectro financeiro das organizações (Relatórios Contábeis). Isso pode ser refletido na publicação dos relatórios de Sustentabilidade, prática comum entre as empresas que buscam potencializar os negócios de forma sustentável. O Relatório de Sustentabilidade é uma ferramenta de comunicação da empresa com seus stakeholders[2], pois nele devem estar contidas informações acerca dos impactos da empresa e mensuração do seu desempenho sustentável.

Existem alguns aspectos que devem ser considerados no momento de decisão para elaboração de um relatório de sustentabilidade, como exemplo, a periodicidade em que a organização pretende publicar (anual, semestral, bienal), a linguagem utilizada que deve ser clara e de fácil leitura, afinal, deve-se pensar que o relatório é para todos os públicos, então deve ser de simples compreensão, a conexão da empresa com a sustentabilidade a partir de suas ações seja em um contexto histórico ou aprofundando-se para suas metas e objetivos em relação do tema, os impactos ocasionados no meio em que atua e as ações para diminuí-los, dentre outros aspectos não menos importantes.

Estão a disposição das empresas modelos de relatórios que se baseiam em diretrizes específicas, como: a Global Reporting Initiative (GRI), Sustainability Accounting Standards (SASB), Relato Integrado (IIRC), dentre outros que servem de norte e possuem relevância significativa e em âmbito mundial. É importante considerar a dimensão do relatório com relação ao porte da empresa, para que o modelo de relatório esteja coerente com sua real necessidade e tenha eficiência.

Essa forma de prestar contas aos seus públicos através do reporte do desempenho em busca do alcance do desenvolvimento sustentável implanta nas empresas que produzem o Relatório de Sustentabilidade maior conscientização acerca dos pilares que a evolvem. Assim, o grande desafio é como se tornar uma empresa sustentável em todos os âmbitos, econômico, social e ambiental (Triple Bottom Line), conceito desenvolvido por John Elkington, em que a sustentabilidade torna-se o equilíbrio entre tais pilares e o Desenvolvimento Sustentável é objetivo a ser alcançado, no qual sustentabilidade é o processo para atingi-lo.

Dentre os benefícios de publicação do relatório, destaco: a transparência da organização e reconhecimento disto por parte de seus públicos, um autodiagnóstico acerca de seus impactos, comunicação das boas práticas desempenhadas, além da melhoria da imagem da organização perante a Sociedade. Assim, a conscientização das empresas acerca não somente da publicação de Relatórios de Sustentabilidade, mas do contexto mais amplo do Desenvolvimento Sustentável impactam fortemente em seus negócios, na forma como se relacionam de forma transparente com seus públicos, externalizando também impactos na Sociedade como um todo.

Confira nosso serviço de Elaboração do Relatório de Sustentabilidade com base no GRI:

Possui alguma dúvida ou deseja saber mais, entre em contato: thays@dialogusconsultoria.com.br

Thays Garcia – Consultora da Dialogus

 

[1] 1 Gro Harlem Brundtland (org.). Nosso Futuro Comum. Relatório da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Rio de Janeiro, FGV, 1988.

[2] Partes interessadas.

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Diversidade significa variedade, pluralidade, diferença. Aspectos que no ambiente corporativo pode trazer grandes resultados para as empresas. O mundo dos negócios é global, complexo e de rápidas mudanças. Ou seja, a capacidade de compreender, comunicar e gerir negócios através de fronteiras se torna uma seleção natural. Este assunto se torna ainda mais importante em um país como o Brasil que tem o território continental e diversas diferenças de sotaques, cores, descendências e culturas.

A análise do contexto da diversidade nas organizações pode impactar nas relações interpessoais, as quais raça, gênero, classe social, escolaridade, orientação sexual, crença religiosa ou limitações físicas são exemplos, e demandam práticas que harmonizem lucro e justiça social.

Há relatos que desde os anos 60 nos Estados Unidos e no Canadá a questão da diversidade cultural nas organizações já havia emergido, quando na época, foram elaboradas leis visando à mitigação do preconceito racial observado nas empresas e nas instituições de ensino. Na década de 1980 o assunto emergiu como um tema a ser explorado nos estudos organizacionais, no entendimento de que a inclusão de minorias historicamente discriminadas melhoraria o ambiente de trabalho, tornando-o mais diversificado e democrático.

A força do movimento da Responsabilidade Social nas empresas proporcionou o desenvolvimento de políticas de diversidade nas organizações. Uma empresa socialmente responsável vai além da obrigação de respeitar as leis, pagar impostos e cumprir condições adequadas de segurança e saúde para os trabalhadores, faz isso por acreditar que assim será uma empresa melhor e estará contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa. Essa proposta envolve ações voltadas para todos os públicos, desde os consumidores, colaboradores, fornecedores, até governo, sociedade e outras instituições.

Ao investir em práticas não discriminatórias, as organizações adquirem legitimidade social e passam  a ser percebidas como mais socialmente responsáveis do que outras que não adotam a mesma conduta. A efetividade de políticas de diversidades em organizações dão iguais oportunidades para indivíduos de segmentos diferentes, desta forma, seleções e promoções são mais meritocráticas fazendo com que as empresas retenham mais talentos e tenham uma cultura organizacional mais forte.

Felipe Amorim – Consultor da Dialogus Consultoria.

POLITICA-IES


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