Comemoração ao dia Nacional da Caatinga em evento realizado pelo nosso cliente Associação Caatinga.

Dialogus Consultoria • 28 abr 2017

A Dialogus esteve presente ontem no evento de Comemoração ao dia Nacional da Caatinga, realizado pelo nosso cliente Associação Caatinga. Durante o evento houve o lançamento do Documentário “Expedição ao Canion do Poti” e da “Campanha de Financiamento coletivo do Projeto Tatu-Bola”. Confira as fotos abaixo.
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Nosso diretor Maiso Dias, ao lado do  diretor executivo da Associação Caatinga, Rodrigo Castro e ao lado do nosso consultor, Gabriel Pires.

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2017 04 14 OS 5 PASSOS PARA IMPLEMENTAR A ESTRATÉGIA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL EM UMA ORGANIZAÇÃO

A evolução do pensamento estratégico nos últimos anos caracteriza mudanças que refletem um redirecionamento, saindo de uma economia industrial, passando por uma baseada em recursos e chegando a uma perspectiva de capital humano e intelectual.  Para Porter (1986) a estratégia  é o estabelecimento dos meios fundamentais para atingir os objetivos, sujeito a um conjunto de restrições do meio envolvente”.

Dessa forma, o gerenciamento ou gestão estratégica nas organizações muda constantemente e é nesse contexto que se insere a Responsabilidade Social, que em seu conceito mais amplo consiste no estabelecimento de uma relação ética e transparente da empresa com os públicos com os quais se relaciona (stakeholders).

Assim, destaco a seguir 6 passos fundamentais para que uma organização desenvolva a Responsabilidade Social de forma estratégica:

  1. Reconhecimento por parte da alta direção da organização com relação a busca pelo Desenvolvimento Sustentável, atuando de forma socialmente responsável. Neste ponto, é necessário que a cúpula diretiva da organização saia a frente para que as demais áreas e colaboradores da empresa também possam aderir a causa maior da Responsabilidade Social;
  2. Realização de Diagnóstico de Responsabilidade Socioambiental. O Diagnóstico é uma ferramenta que permite a avaliação dos impactos da organização no meio e como estes estão atingindo os stakeholders;
  3. Estabelecimento de Políticas de Responsabilidade Social. Assim, torna-se coerente que as palavras da alta direção não fiquem apenas na lembrança, pois a Política é um instrumento que formaliza as ações e direcionamentos a serem desenvolvidos, além de proporcionar um panorama do que se deseja atingir e que impactos gerar;
  4. Fomento à cultura da Responsabilidade Social internamente. Além da política é necessária sensibilização interna dos motivos pelos quais a organização está buscando ser mais responsável. Além de documentar através da política é necessário comunicar para que todos possam contribuir e conhecer as ações a serem empreendidas pela empresa;
  5. Execução das ações de Responsabilidade Social de forma sistemática. A Responsabilidade Social, vai além da Filantropia (doações), ela requer uma análise mais profunda sobre todos os stakeholders que envolvem a organização para que as ações sejam bem direcionadas. A execução das ações pode atingir desde o público interno (colaboradores), como exemplo, um Programa de Voluntariado Corporativo, até o público externo, como exemplo, ações que envolvem a comunidade do entorno ou clientes;
  6. Por fim, é necessário avaliar os impactos das ações desenvolvidas. Pois não é estratégico desenvolver ações esporadicamente e sem foco, é preciso avaliá-las para conhecer quais os resultados positivos e negativos, a fim de intensificar os positivos e reavaliar as ações de impacto negativo.

De forma geral, estratégia está relacionada a GESTÃO, assim, a Responsabilidade Social é uma forma de gestão, na qual as empresas desenvolvem suas ações pensando além de seus lucros e compromisso social, elas devem refletir sobre como gerar valor para a sociedade, e isso sim, supera as expectativas e pode revolucionar a forma de se fazer negócios.

Thays Garcia – Consultora da Dialogus Consultoria

Hoje pela manhã a nossa consultora Manoela Silva apresentou a palestra Voluntariado Empresarial: Engajamento e Retenção de Talentos no Ciclo de Debates: RH e Sustentabilidade, evento promovido pela ABRH-CE (Associação Brasileira de Recursos Humanos). O evento está na sua 10ª Edição e tem atraído representantes de RH de diversas empresas interessadas no tema da Responsabilidade Social e Sustentabilidade.

Esta vai para você que mora em Pernambuco e quer aprofundar os conhecimentos sobre Sustentabilidade Empresarial. O curso irá proporcionar o passo a passo da implementação pelo RH das organizações. IMPERDÍVEL. Faça já sua inscrição e garanta logo sua vaga.

Data: 16/05/2017 de 8h às 18h
Telefone: 81 3221.8814
Local: FGV Nova Roma Boa Viagem – R. José da Silva Lucena, 115 – Boa Viagem/PE

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É importante saber primeiramente que o Código de Ética é um instrumento bastante útil para a tomada de decisão das organizações, seja com ou sem fins lucrativos, que regulamenta e institucionaliza diretrizes e dá orientações quanto aos aspectos morais e condutas éticas com os públicos com que ela se relaciona.

Uma organização que se configura como um negócio, comercial ou social, e que se relaciona com vários stakeholders (públicos de interesse que se relacionam com a empresa), diariamente, e inseridos num mercado em que se predominam os melhores e mais competitivos, é imprescindível a existência de um documento que ajude a lidar com todas as exigências e peculiaridades que as envolve.

O Código de Ética para ser mais efetivo e assimilado por todos de uma organização precisa ser elaborado contemplando as relações com seus sócios/acionistas, funcionários, clientes, fornecedores, concorrentes, e outros grupos de interesse que se relacionam com a organização.

É de extrema importância também, que o Código de Ética transmita a todos o direcionamento estratégico da organização, posicionando em seu corebusiness o porquê da sua missão, visão de futuro e valores organizacionais.

Partindo-se desta premissa destaco 10 (dez) oportunidades que as instituições se beneficiam ao adotarem um Código de Ética:

  1. Promove o engajamento do público interno (colaboradores) possibilitando a retenção de talentos como um diferencial do subsistema de Recursos Humanos, estimulando a motivação e o reconhecimento dos profissionais;
  2. Reduz as fraudes da organização tendo em vista que a própria construção do Código recomenda e orienta a coerente condução ética nos negócios;
  3. Facilita o acesso à recursos, tendo em vista que uma organização que evidencia e torna transparente a sua cultura, consequentemente atrai investidores/patrocinadores em prol de um relacionamento mais seguro e confiante;
  4. Estimula as práticas da boa governança na organização, já que é inerente à elaboração do código a observância das políticas de Integridade e anticorrupção, possibilitando à organização a elevação do nível de gestão;
  5. Transmite uma maior confiabilidade dos clientes/consumidores gerando uma maior freqüência de compra e fidelização pelo motivo da empresa ao deixar explícito qual o propósito dela, caracterizar-se como uma atitude profissional, transparente e ética;
  6. Garante o envolvimento da alta administração pelo fato da metodologia de construção do código ter a recomendação da participação da diretoria em todas as etapas;
  7. Facilita a padronização e a uniformidade dos processos em toda a empresa e em suas filiais (caso existam), porque um dos cuidados na elaboração do código de ética é ter a contribuição do comitê de sustentabilidade formado por funcionários de diversas áreas e unidades;
  8. Promove a integração e o engajamento da comunidade a partir do levantamento da necessidade das demandas do entorno a qual a organização está;
  9. Alinha a estratégia da organização com os fornecedores possibilitando agregar valor nas negociações e evitando multas indenizatórias por parte de seus parceiros ao praticarem o trabalho análogo a escravo e trabalho infantil;
  10. Qualifica a organização elevando-a um potencial signatário das principais iniciativas globais em prol do Desenvolvimento Sustentável.

Concluo este artigo e não ainda o assunto querendo sensibilizar para este importante documento de mobilização à profissionalização das organizações e por consequência à inclusão de todos no processo das relações e condutas éticas.

Maiso Dias – Sócio-Diretor da Dialogus e Mestre em Administração pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR).

COMITE-DE-SUSTENTABILIDADE

Nossa consultora Manoela Silva esteve  no dia 10 de abril com a Diretoria e Associados da ASEC (Associação dos Empregados da COGERH) apresentando o resultado do Planejamento Estratégico da instituição.

O Planejamento Estratégico teve inicio em janeiro de 2017 e  foi conduzido pela Dialogus Consultoria, de forma participativa, com a equipe de gestão do projeto representada por integrantes da Associação.

Temos certeza que serão muitas as conquistas da ASEC com o trabalho que foi realizado.

Aconteceu nesta tarde 10 de abril de 2017 um encontro com empresários, acadêmicos, ambientalistas, industriários, especialistas no tema da Sustentabilidade do Ceará. O Rotas Estratégicas 2025 é um programa da Federação das Indústrias do Ceará (FIEC) para o desenvolvimento e inovação do tema da sustentabilidade visando a contribuição para o aumento da competitividade no setor em todo estado. Ficamos orgulhosos em ter o nosso diretor, Maiso Dias, como um dos convidados deste importante e estratégico evento para o fortalecimento da sustentabilidade no Ceará. #vamosdialogar #sustentabilidade #meioambiente #industria #ceara

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De acordo com a Points Rocket, empresa especializada em engajamento organizacional,  71% dos colaboradores não estão engajados no local onde trabalham. A empresa também afirma que organizações com profissionais mais engajados tendem a ser mais eficazes que seus concorrentes em até 202%. De acordo com a KPMG, funcionários engajados fazem 57% mais esforços e são 87% menos propensos a desistir de uma tarefa do que os desengajados.

Bakker e Demerouti (2008, p. 215) citam razões pelas quais empregados engajados têm melhor desempenho que empregados não engajados:

“Empregados engajados apresentam emoções positivas com maior frequência, tal qual felicidade, alegria e entusiasmo, experimentam maiores níveis de saúde, são capazes de criar seus próprios recursos pessoais e transferir o engajamento para os outros”.

Este tema surgiu na década de 1990 após estudos sobre comportamentos organizacionais positivos. A definição cientifica mais reproduzida em artigos acadêmicos é que o termo engajamento trata-se de um construto motivacional positivo, caracterizado por vigor, dedicação e absorção. Esses três fatores são descritos da seguinte forma:

  1. Vigor: é caracterizado por elevados níveis de energia e resiliência mental, o desejo de investir esforços no trabalho, a persistência para superar as dificuldades;
  2. Dedicação: refere-se a estar fortemente envolvido e entusiasmado com trabalho, experimentando senso de significância, inspiração, orgulho e desafio;
  3. Absorção: é caracterizada por concentração com prazer, de modo que o tempo passa rapidamente e o trabalhador tem dificuldades em se desconectar do trabalho.

A importância do engajamento é a ligação afetiva, de valores e de objetivos do negócio, entre o funcionário e a organização. Desta forma, engajar promove sustentabilidade das ações da organização com relação aos resultados, pois o alto índice de energia, comprometimento, resiliência, entusiasmos e busca por desafios são características essenciais para o alcance do sucesso.

Promover o engajamento não é fácil, mas faz toda a diferença. Empresas que estão atentas a este tema e buscam ferramentas para gerir o engajamento desfrutam de um ambiente de trabalho mais produtivo, de líderes que inspiram e têm uma boa sinergia com seus liderados. Desta forma, os resultados são elevados e a capacidade de solucionar problemas também.

Felipe Amorim – Consultor da Dialogus Consultoria

Nossos consultores Maiso Dias, Manoela Silva e Thays Garcia, estiveram na Acal, nosso cliente do segmento de material de construção, desenvolvendo um levantamento das ações para o Guia Temático (Integridade, prevenção e combate à corrupção) que servirá como insumo para a elaboração do Código de Ética desta conceituada instituição. #vamosdialogar #sustentabilidade


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