Revisão do Planejamento Estratégico 2018.2 Dialogus

Dialogus Consultoria • 29 jun 2018

Finalizamos nossa Revisão do Planejamento Estratégico com muitos desafios, conquistas e surpresas. Podemos 0429adiantar duas delas: 1. Iremos atuar no sul do país (Santa Catarina) e 2. Temos uma nova diretoria executiva que será coordenada pela Thays Garcia. Estamos bastante empolgados com as novas estratégias e demandas que estão surgindo para nossa empresa. Agradecemos a todos os nossos clientes, parceiros e amigos que acreditam na nossa causa e nos impulsionam cada vez mais para o fortalecimento do nosso propósito.@Benévolo Cafe E Gelato

Banco Palmas e Clínica SiM são Negócios Sociais que estão fazendo a diferença em Fortaleza

No Conjunto Palmeiras, um dos bairros mais pobres de Fortaleza, Joaquim Melo percebeu uma dificuldade comum à grande parte dos moradores: falta de acesso à serviços financeiros. Nesse contexto, ele idealizou e fundou o Banco Palmas, uma iniciativa baseada nos princípios da economia solidária, que oferece serviços financeiros voltados para geração de trabalho e renda. Com 18 anos de existência, o empreendimento já possui mais de seis mil clientes, e realiza empréstimos de R$ 50,00 a R$ 15 mil, com prazo de um ano para pagar, dando assim a oportunidade para essas pessoas construírem seus próprios empreendimentos e transformarem suas vidas.

Outro exemplo, também em Fortaleza, é a Clínica SiM (Serviço de Inclusão à Medicina), uma clínica popular que oferece atendimento médico e odontológico de qualidade por um preço acessível, com o objetivo de atender a população de baixa renda, que geralmente não possui plano de saúde privado. Fundada em 2007, atualmente a Clínica SiM já possui 12 unidades em Fortaleza, e realiza mais de 5 mil atendimentos por mês. Ao oferecer serviços básicos de consultas e exames para pessoas que não possuem plano de saúde, o empreendimento consegue fazer um diagnóstico precoce de diversos tipos de problemas de saúde, que geralmente essas pessoas não teriam condições de pagar em clínicas privadas tradicionais. Isso evita diversas complicações para a saúde dos pacientes, que certamente teriam que pagar tratamentos mais custosos. Dessa forma, o negócio consegue reduzir custos para o Sistema Único de Saúde (SUS) e o sofrimento de muitas famílias.

Esses são apenas dois exemplos de negócios sociais que estão fazendo a diferença na cidade de Fortaleza – Ceará. Eles fazem parte de uma nova geração de negócios, que estão fazendo a diferença no Brasil e no mundo – São empreendedores inconformados, inovadores, que trabalham para construir uma sociedade mais justa, com dignidade e poder de escolha para todos os brasileiros.

Este é um artigo retirado da primeira edição da revista Gestão & Sustentabilidade, que pode ser conferida gratuitamente no link https://goo.gl/8XLCJv

A Dialogus com o IPREDE (Instituto da Primeira Infância) e mais outras organizações do Terceiro Setor juntos num novo projeto. Nossa empresa conduzirá o trabalho de governança com algumas principais Ongs do Ceará. Na foto: Nosso diretor, Maiso Dias, ao lado do Presidente do IPREDE, Drº Sulivan Mota e da Vice-Presidente, Glória Marinho e do Presidente do IPOM (Instituto Povo do Mar), Dado Montenegro e do Gabriel Pires, nosso consultor. Estamos muito felizes por sermos a empresa escolhida para este grande desafio desta importante causa em prol de uma sociedade mais justa, inclusiva e empoderada.

Hoje foi uma manhã de fortalecimento da parceria da Dialogus, do Movimento Saúde Mental Comunitária (MSMC) com a ChildFund (organização internacional em prol de crianças e adolescentes). Nossa empresa assessora o MSMC na sistematização da metodologia de Abordagem Sistêmica Comunitária(ASC) que possibilitará a aplicação desta tecnologia social no Brasil e no mundo! Na reunião de hoje estiveram presentes Gerson Pacheco, Diretor da ChildFund Brasil, juntamente com representantes do MSMC e diretor da Dialogus!

 

Um dos reflexos da crise econômica recente é o agravamento do déficit na geração de empregos no Brasil. No Ceará, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho, foram fechados 35.842 postos de trabalho em 2015, 36.901 em 2016 e outros 5.306 em 2017, totalizando 78.049 empregos formais que deixaram de existir em apenas três anos. É um número assustador, que nos desafia a buscar alternativas sustentáveis para momentos como este.

De fato, o mercado encolheu e para os trabalhadores aumentam as exigências de qualificação e preparo profissional. Espera-se que o conjunto de suas competências lhes permita ser a primeira opção no caso de uma contratação e a última opção em uma situação de redução da equipe. Contudo, mesmo num contexto de baixa geração de vagas, muitas delas ainda apresentam grande dificuldade de serem preenchidas. Cabe refletir, então, se as empresas, em boa parte dos casos, não deveriam rever suas exigências e assumir a responsabilidade social por uma parte do investimento de treinar e requalificar profissionais em sua própria cultura organizacional, em vez de buscar profissionais “prontos” no mercado. Pergunta-se: com que critérios formou-se o time? Sua equipe tem competências complementares?

A multiplicidade de competências é fator indispensável a qualquer travessia em tempos de mares revoltos. Esta diversidade não estaria dentro do universo de
pessoas não selecionadas? Lembremos que em meio às dificuldades, há sempre gente que cresce e organizações que se reinventam e prosperam.

Este é um artigo retirado da primeira edição da revista Gestão & Sustentabilidade, que pode ser conferida gratuitamente no link https://goo.gl/8XLCJv

A temática organizacional no terceiro setor cresceu em importância nos últimos anos, especialmente a partir do adensamento das exigências legislativas em relação às organizações da sociedade civil (OSC).

A fim de acompanhar os novos parâmetros, especialmente a partir do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil – MROSC (Lei 13.019), urge alinhar dois elementos fundamentais e estratégicos: (i) necessidade de implementar práticas de governança e (ii) gestão jurídica.

Dispensável enfatizar a relevância do tema da governança, na medida em que, sem padrões mínimos, a entidade terá dificuldades de avançar no quesito “sustentabilidade”, assim compreendida em seus amplos aspectos (ambiental, econômico-financeiro, estrutura de pessoal etc).

Por seu turno, os ditames que o marco regulatório estabelece às OSC adentram em aspectos próprios da estrutura jurídico-organizacional da entidade. Nesta perspectiva, exigências do poder público e da sociedade impõem ainda regramentos os mais diversos: definição da natureza jurídica; adequação estatutária; programas de voluntariado, nos seus aspectos de fato e de direito, em harmonia à lei de regência; obrigações principais e acessórias de natureza tributária; provisionamento de contingências, imunidades e isenções, regularização patrimonial, contratos, parcerias etc.

Nesta linha, sepultado está o velho entendimento de que a atuação jurídica somente se daria a partir do surgimento” de problemas. Não é raro que não-conformidades jurídicas ocorram a partir de decisões  administrativas equivocadas ou situações mal planejadas, em que pese a ocorrência de variáveis não controláveis. Daí se infere a necessidade de avançar na prevenção de focos de demandas, isto é, fazer bem feito, agindo correta e previamente, com segurança jurídica mínima nos campos trabalhista, tributário, marcas, contratual, certificações e nas relações com o poder público (Ministério Público, governo e órgãos administrativos), dentre outros.

Não se pode esquecer ainda o público-alvo, destinatário e razão de ser de uma OSC. Eventual comprometimento de recursos financeiros não orçados torna-se um problema adicional. É que o impacto monetário imposto para solução de determinadas questões que sejam frutos de mal planejamento ou desinformação, comprometem sensivelmente a consecução dos objetivos estatutários, pois impactam no fluxo de caixa e na imagem da própria organização, podendo até inviabilizar certos projetos.

Ademais, necessário se faz a concatenação dentre os demais elementos de assessoramento e apoio à gestão da entidade. Além da gestão jurídica, devem servir de suporte à administração da organização, os setores de recursos humanos, contábil, administrativo e financeiro, devidamente entrosados. Forçoso é, portanto, reconhecer que a sustentabilidade organizacional abarca aspectos jurídicos importantes, que não podem ser relegados.

Este é um artigo retirado da primeira edição da revista Gestão & Sustentabilidade, que pode ser conferida gratuitamente no link https://goo.gl/8XLCJv

A Dialogus Consultoria participou do 1º Encontro de Família e Amigos da Criança com Cardiopatia Congênita do nosso cliente, Incor Criança, que aconteceu na FIEC (Federação das Indústrias do Ceará). Conduzimos a metodologia que consistiu na Elaboração de um documento que servirá como Política Pública do estado. Foi um momento de muita emoção e alegria. Agradecemos o convite do Drº Valdester Cavalcante que confiou e nos delegou a conduzir este belo trabalho. Nossos consultores, Maiso Dias e Aline Sindeaux realizaram o encontro com maestria e felizes com a causa.

LANÇAMENTO! A Revista Gestão e Sustentabilidade em plataforma digital traz ao leitor conteúdo exclusivo sobre práticas de gestão sustentável nas empresas, entrevistas com renomados especialistas regionais e nacionais como artigos técnicos de gestores de grandes marcas.
Uma leitura dinâmica sobre as ações, projetos e práticas de Sustentabilidade e Responsabilidade Social aplicadas em empresas privadas, na gestão pública e no Terceiro Setor.
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PROGRAMA +45 anos no mercado de trabalho realizou a segunda de três oficinas sobre orientação para o mercado de trabalho, o evento contou com o facilitador psicólogo Hilário de Souza, tivemos a presença de Íris do IDT e do nosso Gerente Administrativo, Yoann. O Programa +45 anos no mercado de trabalho visa auxiliar pessoas com mais de 45 anos ao reingresso no mercado de trabalho e conta com a parceria entre Dialogus Consultoria, Sine/IDT, ABRH-CE e Studart RH.

Ainda em comemoração à Semana do Meio Ambiente na Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), o nosso consultor e diretor, Maiso Dias, esteve com gestores e líderes Dialogando sobre Ecocidadania e atitudes sustentáveis. Tivemos muito orgulho em poder Dialogar com esta Siderúrgica, que é referência em suas práticas sustentáveis e de relacionamento com Comunidades.


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