Dialogus no evento JornadNE

Dialogus Consultoria • 31 jul 2018

A Jornada Acadêmica de Administração do Nordeste – JORNAD NE é um dos eventos que ganhou espaço da programação Acadêmica de Administração do Ceará, chegando em 2018 na sua 3ª edição, promovido pela Federação Brasileira dos Administradores – FEBRAD. A JORNAD é realizado anualmente e este ano acontecerá nos dias 03, 04 e 05 de Agosto de 2018 em Fortaleza -CE reunindo estudantes de administração de todo Nordeste com objetivo de promover a diversificação do conhecimento acadêmico de cada região e criar um ambiente integrado aos participantes do evento. Nosso diretor, Maiso Dias, será um dos palestrantes.
LOCAL DO EVENTO
Hotel Mareiro – Av. Beira Mar, 2380 – Meireles, Fortaleza – CE, , Fortaleza – Ceará.

Estivemos na manhã do dia 23 de julho aplicando o Diagnóstico do Terceiro Setor no nosso cliente, Instituto Povo do Mar . Nossa consultora, Aline Sindeaux, está conduzindo o trabalho junto com o consultor, Gabriel Pires. Ficamos felizes por contribuir na profissionalização desta querida e competente organização que tem como propósito atuar na transformação dos jovens das comunidades da Praia do Futuro e Titanzinho.

 

Aconteceu em Fortaleza dos dias 18 a 20 de Julho o Evento Nacional Enactus Brasil – ENEB 2018, evento promovido pela Enactus que oferece a maior experiência de Empreendedorismo Social da América Latina. Estão sendo apresentados projetos sociais executados por universitários de todo o Brasil e o nosso Consultor, Gabriel Pires, esteve presente como juíz de avaliação da rodada de abertura do evento.

Muitos me perguntam como enfrentar a crise com a Responsabilidade Social (RS) e eu sempre respondo de imediato e bem direto: relacionando-se com ética e transparência com seu público de interesse de forma estratégica! Para dar início à esta abordagem é necessário que a Alta Administração da organização se envolva com a causa e queira traçar seus objetivos empresariais a longo prazo. Em momento de recessão e crise recomendo sempre que os processos de negócio estejam em conformidade com a estratégia da empresa e alinhados às necessidades dos clientes.

E como estão os processos da sua empresa? Uma empresa socialmente responsável é aquela que se relaciona de forma ética e transparente com seus públicos de interesse (stakeholder) na busca da preservação dos recursos naturais, contribuindo com a diversidade e a redução da desigualdade social. Diante desta abordagem conceitual destaco 05 ações estratégicas essenciais para superar a crise através da Responsabilidade Social:

1-Realizar um Diagnóstico de RS na sua empresa: é a primeira etapa para identificar os principais GAPs e pontos de melhoria na organização com relação aos impactos dela com os stakeholders. Com este mapeamento das práticas de responsabilidade social a organização cria oportunidades de negócio, como também, reduz os riscos iminentes;

2-Elaborar o Planejamento Estratégico Sustentável: neste momento toda a empresa é engajada em prol de um objetivo em comum, sistematizar ações essenciais para a organização moldar o futuro;

Maiso Dias – Sócio-Diretor da Dialogus Consultoria.

Deseja ver este artigo completo? acesse https://goo.gl/DEZywq

É importante saber primeiramente que o Código de Ética é um instrumento bastante útil para a tomada de decisão das organizações, seja com ou sem fins lucrativos, que regulamenta e institucionaliza diretrizes e dá orientações quanto aos aspectos morais e condutas éticas com os públicos com que ela se relaciona.

Uma organização que se configura como um negócio, comercial ou social, e que se relaciona com vários stakeholders (públicos de interesse que se relacionam com a empresa), diariamente, e inseridos num mercado em que se predominam os melhores e mais competitivos, é imprescindível a existência de um documento que ajude a lidar com todas as exigências e peculiaridades que as envolve.

O Código de Ética para ser mais efetivo e assimilado por todos de uma organização precisa ser elaborado contemplando as relações com seus sócios/acionistas, funcionários, clientes, fornecedores, concorrentes, e outros grupos de interesse que se relacionam com a organização.

É de extrema importância também, que o Código de Ética transmita a todos o direcionamento estratégico da organização, posicionando em seu core business o porquê da sua missão, visão de futuro e valores organizacionais.

Partindo-se desta premissa destaco 10 (dez) oportunidades que as instituições se beneficiam ao adotarem um Código de Ética:

  1. Promover o engajamento do público interno (colaboradores) possibilitando a retenção de talentos como um diferencial do subsistema de Recursos Humanos, estimulando a motivação e o reconhecimento dos profissionais;
  2. Reduzir as fraudes da organização tendo em vista que a própria construção do Código recomenda e orienta a coerente condução ética nos negócios;
  3. Facilitar o acesso à recursos, tendo em vista que uma organização que evidencia e torna transparente a sua cultura, consequentemente atrai investidores/patrocinadores em prol de um relacionamento mais seguro e confiante;
  4. Estimular as práticas da boa governança na organização, já que é inerente à elaboração do código a observância das políticas de Integridade e anticorrupção, possibilitando à organização a elevação do nível de gestão;
  5. Transmitir uma maior confiabilidade dos clientes/consumidores gerando uma maior frequência de compra e fidelização pelo motivo da empresa ao deixar explícito qual o propósito dela, caracterizar-se como uma atitude profissional, transparente e ética;
  6. Garantir o envolvimento da alta administração pelo fato da metodologia de construção do código ter a recomendação da participação da diretoria em todas as etapas;
  7. Facilitar a padronização e a uniformidade dos processos em toda a empresa e em suas filiais (caso existam), porque um dos cuidados na elaboração do código de ética é ter a contribuição do comitê de sustentabilidade formado por funcionários de diversas áreas e unidades;
  8. Promover a integração e o engajamento da comunidade a partir do levantamento da necessidade das demandas do entorno a qual a organização está;
  9. Alinhar a estratégia da organização com os fornecedores possibilitando agregar valor nas negociações e evitando multas indenizatórias por parte de seus parceiros ao praticarem o trabalho análogo a escravo e trabalho infantil;
  10. Qualificar a organização elevando-a um potencial signatário das principais iniciativas globais em prol do Desenvolvimento Sustentável.

Concluo este artigo e não ainda o assunto querendo sensibilizar para este importante documento de mobilização à profissionalização das organizações e por consequência à inclusão de todos no processo das relações e condutas éticas.

Este é um artigo retirado da primeira edição da revista Gestão & Sustentabilidade, que pode ser conferida gratuitamente no link https://goo.gl/8XLCJv

Imagine você, numa bela tarde de sol, na praia, lendo um bom livro, encostado em um coqueiro aproveitando a maravilhosa sombra que suas folhas faziam e o silêncio ao redor. De repente, se aproxima ao local um grupo de pessoas. Analisam o ambiente e concluem que ali é um bom lugar para se instalarem. Colocam suas enormes e incontáveis bolsas e bagagens nos coqueiros ao lado, fazendo uma algazarra daquelas. Você para sua leitura, esperando que eles entendam que estão lhe impactando, mas, embora o vejam ali, não prestam atenção, e o barulho e movimento só aumenta.

Você sabe que eles não têm intenção nenhuma em lhe incomodar, apenas querem aproveitar o ambiente, assim como você, e tem todo direito de fazê-lo, mas querendo ou não, incomodam. Nesse momento, você analisa o que pode fazer.

Talvez se retirar do local e procurar outra sombra mesmo sem ter a certeza de que irá encontrar, pode também parar a sua leitura e apenas observar o movimento daqueles que chegaram. Uma boa opção seria dialogar com o grupo para expor sua insatisfação, não dando certo, pode travar com eles uma disputa pelo espaço (já que chegou primeiro) mesmo sabendo que as chances são poucas, visto que eles estão em maior quantidade.

Nesse momento, talvez você esteja se perguntando, mas o que isso tem a ver com responsabilidade social? E é aí que a história começa.

Ao longo das décadas, situações como a descrita acima tem ocorrido com frequência, mas com empresas e comunidades. As empresas procuram, estudam, analisam e investem para se instalarem em determinados locais que favoreçam a sua operação. Têm ótimas intenções, pois acreditam que vão gerar emprego e renda para a região, levar o progresso e a evolução, mas muitas vezes esquecem de um “pequeno” grande detalhe: se comunicar com a comunidade, com as pessoas que vivem na região há tempos, muitas vezes, desde que nasceram, que possuem seus hábitos, costumes e valores, sua cultura local e que, às vezes, vivem dos recursos existentes na região.

Embora acreditem que sua presença lá gerará uma série de vantagens e benefícios e mesmo que essa seja a intenção, a instalação, ampliação ou simples operação de uma empresa, pode impactar significativamente a sociedade e o meio ambiente e isso pode gerar uma insatisfação generalizada, revolta, perda de identidade cultural e de valores.

A responsabilidade social corporativa é justamente a ferramenta de gestão que as empresas utilizam para prevenir e evitar esses problemas. As organizações que se preocupam com os impactos que causam, que prezam por sua reputação e querem, estrategicamente, ter aqueles com que se relaciona, direta ou indiretamente, como aliados, adotam políticas e programas de responsabilidade social.

Esta, por sua vez, nem sempre é bem compreendida e muitos caem no erro de achar que se trata apenas de fazer ações beneficentes para pessoas em situação de vulnerabilidade, como dar cestas básicas a moradores de rua ou fazer festa de Natal em asilos ou mesmo fazer o dia das crianças em alguma comunidade carente.  Não que isso seja ruim. Nada que é feito para o bem pode ser visto de forma negativa, porém é preciso compreender que a responsabilidade social vai muito além.

Ela está relacionada com a gestão, com as estratégias da organização, e influenciam na tomada de decisões. Ela contribui, e muito, para a perenidade da empresa e não está só vinculada ao âmbito social ou ambiental, mas também ao financeiro.

As empresas que já entenderam a importância de ser socialmente responsável e querem agir como tal, precisam seguir alguns passos para implantar a responsabilidade social corporativa. Inicialmente é necessário realizar um diagnóstico que indique como a empresa está em relação à ética, gestão organizacional, engajamento com stakeholders e desenvolvimento sustentável. Em seguida, elabora-se um plano de ação para que a organização implante as ações inexistentes e fortaleça as já implantadas. Cria-se também uma política de responsabilidade social e estabelece-se indicadores e metas relacionados ao tema, de acordo com o diagnóstico e prioridades da empresa.

Por fim, deve-se acompanhar sistematicamente as ações e indicadores, realizando as correções necessárias e implantando melhorias de forma contínua.

Para quem tiver interesse em ampliar os conhecimentos no assunto, o Instituto Ethos de empresas e responsabilidade social possui alguns questionários e indicadores que auxiliam as empresas a identificarem em que nível estão em termos de responsabilidade social corporativa.

E a sua empresa, em que nível está no que diz respeito à responsabilidade social?

Aline Sindeaux – Consultora da Dialogus Consultoria

A Dialogus Consultoria em Responsabilidade Social está à procura de estagiário(a) comercial, não é necessário experiência.

Requisitos: Cursando graduação ou técnico a partir do 1º semestre de Administração, Secretariado ou Gestão comercial. Proativo(a), boa comunicação e tenha domínio em Word e Excel.

Atividades: Rotina comercial, prospecção de clientes, preenchimento de planilhas comerciais.

Horário: 5 horas/dia a combinar.

Bolsa: R$ 550,00.

Interessados enviar currículo para administrativo@dialogusconsultoria.com.br

Foi com diversão e foco que retomamos o projeto com o nosso cliente, Ibyte . O diretor de Marketing, Nelson Gurgel, ao lado do nosso consultor, Gabriel Pires, e do Gestor de Marketing da Ibyte, Mário.

Palestra Gratuita
Inscrições: https://goo.gl/oS45gn
17º Ciclo de Debates RH e Sustentabilidade:
Balanço Social e sua implicação na Gestão de Pessoas
O Balanço Social é uma importante ferramenta para a empresa gerir, medir e divulgar o exercício da responsabilidade social.

Com Thays Garcia
Diretora Executiva e consultora em Responsabilidade Social e Sustentabilidade na Dialogus Consultoria.

Dia 16 de Agosto de 2018
09h30 às 11h30
Coffee-break às 09h
Realização: Associação Brasileira de Recursos Humanos. ABRH/CE

 

A percepção mundial de que os recursos naturais são finitos vem exigindo uma relação equilibrada entre meio ambiente e crescimento econômico, evidenciando na atualidade o desafio de incorporar a sustentabilidade à gestão das organizações.

Nessa perspectiva, encontra-se o segmento da construção civil, atividade crescente e importante para o mercado econômico e social que devido ao forte impacto deste setor na natureza, possui o desafio de conciliar o ramo da construção com a gestão ambiental, constituindo assim, a busca por novos modelos de atuação no mercado, que diferencie seus produtos por meio de um comportamento ambiental responsável aliado ao comportamento ético e crescimento econômico.

Neste contexto, no qual o desenvolvimento econômico está intrinsicamente relacionado com a preservação ambiental, encontra-se a Dias de Sousa Construções, que vem adotando uma postura responsável em relação aos impactos advindos dos seus processos construtivos.

Esta iniciativa de gestão sustentável além do cumprimento da legislação, demandou a implantação de normas para certificação e técnicas, reformulação de suas diretrizes e objetivos, coordenação de atividades e avaliação dos resultados, envolvendo os diferentes setores da empresa para tratar das questões ambientais intrinsicamente à gestão do negócio.

Toda empresa possui seu modelo de gestão tradicionalmente embasado em sua cultura organizacional, para tanto, conhecer esse modelo significa saber onde a empresa estar no mercado, seu modo de atuação e aonde quer chegar, o que é considerado ferramenta fundamental para atender a demanda da sociedade, que já percebe e exige cuidados com o meio ambiente e de ser um diferencial no meio empresarial.

Este é um artigo retirado da primeira edição da revista Gestão & Sustentabilidade, que pode ser conferida gratuitamente no link https://goo.gl/8XLCJv

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