Palestra na Asteka Ambiental em Joinville-SC com Maiso Dias

Dialogus Consultoria • 31 ago 2018

Nosso diretor, Maiso Dias, esteve em Joinville-SC e participou ontem de um evento em comemoração de aniversário da @astekaambiental e ministrou a Palestra “Como Lucrar com a Sustentabilidade” para gestores e empresários da região. Nosso agradecimento especial para a Drª Roberta Noroschny @betanoros pelo apoio e confiança em ter investido na vinda da nossa empresa para o sul do País. Muitas oportunidades e novidades virão com esta nova parceria.

O Brasil tem passado por críticos momentos acerca dos escândalos de corrupção pela falta de aplicação de mecanismos de controle ou rompimento destes, bem como, falta de transparência e responsabilidade por parte das empresas. O debate acerca desses mecanismos tem se fortalecido ultimamente, seja no campo dos estudos organizacionais, na imprensa nacional ou no mercado.

As demandas por um cenário corporativo mais responsável, com práticas éticas e transparentes têm sido acompanhadas, além de legislações, por uma pressão da sociedade, clientes, fornecedores, comunidade e diversos públicos que impactam e são impactados pelo negócio. Nesse contexto de pressões, têm cada vez mais ganhado força iniciativas como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS, uma agenda de objetivos a ser cumprida até 2030, pactuada por 193 e articulada pela Organizações das Nações Unidas – ONU. Mas o que os ODS têm haver com a governança corporativa, ética e transparência das organizações ?

A Agenda 2030, como ficaram conhecidos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, fundamentam-se em iniciativas que podem ser desempenhadas por empresas, governos e cidadãos. O ODS 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes está diretamente relacionado com o incentivo das práticas de governança das empresas, pois visa promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.

É exatamente acerca das instituições eficazes, responsáveis e justas que se centra o cerne da estrutura de governança corporativa inerentes a continuidade de uma empresa. Como um conjunto de mecanismos de controle, a Governança Corporativa (GC) visa monitorar a gestão e o desempenho das empresas, para alinhar os objetivos corporativos por meio de práticas que proporcionem a manutenção do negócio.

De forma prática, a governança relaciona-se com os mecanismos e sistema de decisões estratégicos para a empresa e que vai além de seus mecanismos de controle. A legitimação das práticas de governança deve-se tanto devido a sua eficiência como a legitimidade que geram diante do mercado.

Seguindo o ODS 16 e os preceitos da GC, as empresa possuem a seu dispor uma diversidade de ações que podem desempenhar à fim de aliar sua estratégia de governança e contribuir com o Desenvolvimento Sustentável. As práticas de governança têm relação direta com a esfera institucional da organização, formada pela base estratégica dos negócios que exige visão das decisões com base nos shareholders e stakeholders.

A influência de governos, no sentido político, é um ponto crítico para as empresas estatais, por isso o ODS 16 vem reforçar a eficácia das instituições, o compromisso coma paz e a justiça. A Agenda 2030 e especialmente o ODS 16 têm muito a contribuir com o alinhamento de práticas de GC das empresas com a metas de desenvolvimento sustentável estipuladas em todo o mundo e tão necessária ao Brasil.

No entanto, é preciso inserir os ODS na pauta dos conselhos e comitês que compõe a estrutura de governança das organizações, para que assim seja possível uma empresa contribuir com a paz, justiça e instituições eficazes.

 Thays Garcia – Diretora e Consultora da Dialogus

Nossa consultora e diretora executiva, Thays Garcia, ministrou dia 28 de agosto uma palestra sobre Sustentabilidade e Responsabilidade Social para empresas na Fametro – Faculdade Metropolitana de Fortaleza. A Palestra foi para os alunos concludentes do curso de Administração e diante da dinamicidade do momento, os alunos puderam compreender as semelhanças e diferenças entre Sustentabilidade e Responsabilidade Social.

PALESTRA “COMO LUCRAR COM A SUSTENTABILIDADE”

A Asteka Ambiental, por ocasião da comemoração dos seus 15 anos de fundação, em conjunto com a Pavão & Associados, trazem a Joinville a Dialogus, com a palestra exclusiva “Como Lucrar com a Sustentabilidade”.

Ministrante:
Maiso Dias Alves Júnior

Conteúdo:
Práticas de sustentabilidade;
Efetividade e lucratividade junto com a estratégia da empresa;
Produtos na esfera social-econômico-ambiental;
Análise de cadeia de valor e monitoramento;
Greenwashing;
Promovendo o programa de voluntariando com os funcionários da empresa para o fortalecimento da cultura e engajando com causa;
Desenvolvendo projetos de reciclagem e utilizando os 3Rs (reduzir, reutilizar e reciclar)
Economizando com desperdícios de materiais (papeis, plásticos, e resíduos em geral, etc.);
Incentivando os líderes a praticarem a inovação sustentável como alternativa para a competitividade de mercado;
Investindo em construções sustentáveis

*** V A G A S L I M I T A D A S ***

Inscrições: https://goo.gl/nsUANF

 

Estivemos dia 21 de agosto no Fórum de Responsabilidade Social da AECIPP – Associação das Empresas do Complexo Industrial e Portuário do Pecém. Nosso diretor, Maiso Dias, ministrou a palestra para gestores de Responsabilidade Social das empresas associadas. Na primeira foto o Maiso está ao lado do Presidente da AECIPP, Ricardo Sabadia e da Gerente de Relacionamento da Comunidade da Companhia Siderúrgica do Pecém, Cristiane e da sua gestora. Foi um momento muito importante para a nossa empresa e que gerou bons frutos de parceria com esta respeitada instituição.

Iniciamos nesta segunda-feira mais um projeto e de grande relevância para o Ceará. Com muito orgulho e responsabilidade já estamos Dialogando com o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP). O projeto é Elaboração do Relatório de Sustentabilidade, que será realizado pela nossa consultora e diretora executiva, Thays Garcia. A metodologia utilizada será a da GRI (Global Reporting Initiative), utilizada internacionalmente nas empresas globais de vanguarda no tema da Sustentabilidade.

Thays Garcia, Diretora da Dialogus Consultoria, ministrou no dia 16 de agosto uma palestra no RH e Sustentabilidade sobre o Balanço Social e sua implicação na Gestão de Pessoas realizada na FAMETRO Fortaleza.

Gestão em sustentabilidade organizacional é sinônimo de maior rentabilidade, competitividade e desenvolvimento socioambiental quando bem administrado. Como forma de melhor contribuir em termos de expertise neste segmento de gestão, segue algumas boas dicas:

  1. Na prática, para realizar uma boa gestão em sustentabilidade empresarial faz necessário a participação da alta gestão, um profissional que entenda do negócio e que tenha atuação estratégica. Desta forma os processos fluirão mais rapidamente e os resultados também.
  2. Oportunizar planejamento e engajamento junto aos principais gestores organizacionais é essencial. Para ter sucesso é importante que possam ser incorporadas medidas estratégicas junto a sua cadeia de valor e seus core business também.
  3. Uma boa comunicação empresarial interna e externamente faz deste negócio atrativo. A melhor forma de começar é fortalecer a comunicação interna em prol de uma cultura sustentável.
  4. Os resultados não aparecerão de um dia para outro. Este negócio necessita de tempo e acompanhamento. Portanto, mesure resultados e procure respaldo por meio de indicadores, reconhecimentos, certificações e selos.
  5. Não atue visando mero marketing social. Este negócio não é para amadores e tem sido a porta para medir maior credibilidade e boa governança corporativa no mercado. Melhor ser reconhecido de forma simples, digna e íntegra a ser conhecida por realizar uma gestão duvidosa. Afinal, uma marca se leva uma vida para se construir e um minuto para perdê-la também.

Este é um artigo retirado da revista Gestão & Sustentabilidade, que pode ser conferida gratuitamente no link https://dialogusconsultoria.com.br/gestaoesustentabilidade/

Há vinte anos, poucos empresários consideravam importante o respeito ao meio ambiente.

Atualmente, a sustentabilidade é um elemento central na atividade e cada vez mais essencial na estratégia das empresas. Durante muito tempo se acreditou, erroneamente, que a sustentabilidade estaria diretamente relacionada ao meio ambiente.

Entretanto, essa ideia é dividida em três principais pilares: social, econômico e ambiental. Para se desenvolver de forma sustentável, uma empresa deve atuar de forma que esses três pilares coexistam e interajam entre si de forma plenamente harmoniosa.

O pilar ambiental refere-se, basicamente, à preservação do meio ambiente e dos recursos naturais, além da redução do desperdício de materiais. O social compreende ao capital humano relacionado às atividades do empreendimento, incluindo a comunidade, o público-alvo, os fornecedores e a sociedade em geral. E finalizando, o econômico inclui assuntos referentes à produção, distribuição e consumo de bens e serviços, considerando os pilares ambiental e social.

Para a ONU, entre os dez objetivos que o mundo poderia adotar para atingir o desenvolvimento sustentável estão a erradicar a pobreza extrema, incluindo a fome; assegurar o aprendizado efetivo de todas crianças e jovens para a vida e a subsistência; alcançar a saúde e o bem-estar para todas as idades; melhorar os sistemas agrícolas e aumentar a prosperidade rural; tornar as cidades mais inclusivas, produtivas e resilientes; entre outras.

O desenvolvimento sustentável já é um assunto recorrente na sociedade mundial. A assiduidade das pautas de discussão está ligada diretamente a urgência e a necessidade de se criar movimentos para equilibrar as ações desenvolvimentistas do homem e da preservação dos recursos naturais.

Assim, pensar no desenvolvimento sustentável implica considerar a necessidade de recuperar o patrimônio natural, preservar os ecossistemas e definir o uso racional dos recursos, permitindo o equilíbrio socioeconômico e cultural.

Mundialmente, o consumidor brasileiro é menos preocupado com a preservação dos recursos naturais do que os consumidores dos países desenvolvidos. Nos EUA, ações de premiação para as empresas que agem sustentavelmente já alcançam 50% da população consumidora. Essa relação fica ainda mais clara quando analisamos o percentual das pessoas que buscam os produtos ecologicamente corretos: nos países desenvolvidos esse número é de 39%, enquanto aqui, os percentuais são de 13%.

O papel da educação e da erradicação da pobreza é extremamente importante para atingir os objetivos propostos pela ONU. Um país que investe em educação está investindo em desenvolvimento – econômico e sustentável. É preciso criar e ter a consciência de que assegurar esse equilíbrio entre o desenvolvimento dos países e a preservação do meio ambiente, significa, acima de qualquer outro objetivo, garantir que nossos filhos, netos e bisnetos tenham condições mínimas de sobrevivência.

A busca das empresas pelo equilíbrio de suas ações nas áreas econômica, ambiental e social, visando à sua sustentabilidade e a uma contribuição cada vez mais efetiva à sociedade, é hoje um fato. Para medir esse equilíbrio, alguns modelos e ferramentas de gestão, globalmente aceitos, têm sido utilizados no dia-a-dia empresarial para o aperfeiçoamento de seus processos e ações.

Mas a sustentabilidade, entendida no ambiente corporativo como fator estratégico para a sobrevivência dos negócios, é bem mais que um princípio de gestão ou uma nova onda de conceitos abstratos. Representa um conjunto de valores e práticas que deve ser incorporado ao posicionamento estratégico das empresas para definir posturas, permear relações e orientar escolhas.

Este é um artigo retirado da revista Gestão & Sustentabilidade, que pode ser conferida gratuitamente no link https://dialogusconsultoria.com.br/gestaoesustentabilidade/

Estivemos no dia 04 de agosto  na Jornada Acadêmica de Administração do Nordeste com a palestra do nosso diretor, Maiso Dias, sobre “Novas Organizações: O mercado pede Responsabilidade Social.” Foi muito legal ter falado para um público de estudantes de Administração de todo o nordeste. Sempre é revigorante sermos Aprendizes e treinadores ao mesmo tempo.


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